Nada é tão puro e sincero que não possa se tornar sujo e mentiroso.
Seria como crer em um pote de ouro no final do arco íris. São lendas pra (tentar)manter viva uma falsa esperança que não pode morrer. Paremos de nos culpar por algo que não parte de nós. Não digo que seja algo fácil, afinal, quando você não encontra um motivo para tudo, você começa a achar que foi o culpado. Esquecemos que, nem sempre, precisa de um motivo.
São os hás e os ãos de ser: há motivo, haverão certezas.
Ou não, as vezes não há de ter um motivo e, muito menos, certezas.