terça-feira, 25 de outubro de 2011

testo com "s", de volta

Talvez eu fosse melhor escrevendo sobre infelicidade. Talvez eu goste de escrever sobre infelicidade. Escrever sobre um sentimento universal, escrever sobre coisas que a procuram ler pra ficar mais infelizes e escutar músicas que as fazem pensar na forma mais (des)agradável pra botar um fim na vida. Que, diga-se de passagem, não é lá uma das melhores vidas que um ser humano poderia levar.
Enfim, olhe bem; Não vejo tendo motivos pra escrever sobre infelicidade. Muito pelo contrário. Também não venho tendo motivos pra publicar as coisas maravilhosas que acontecem dentro do meu coração no meu blog. Felicidade não faz mercado. Essas coisas (que não dão mercado) estão muito bem guardadas. Guardadas em um caderno cheio de pedaço de papel. Guardado também em um órgão que é feio e todos insistem em fazer parâmetro com amor.
Eu até procuraria no wikipedia porque ao sentir algo ruim em relação ao amor sentimos o coração apertar. Confesso pra vocês, também, que não venho sentido isso. Digo, não por infelicidade. Conhecem a saudade? Não queiram conhecer.

Eu poderia tentar me conter e, mesmo assim, falar sobre coisas que "dão mercado". Poderia fazer um alter ego mas, infelizmente, não sou Chico Buarque. Meu alter ego não seria bonito, nem romântico, nem apaixonado. Sempre imagino meu alter ego com muito ódio no coração. O que é considerado do amor, não esse que pulsa.
Eu poderia mentir mais e dizer que te conhecer foi péssimo e que a saudade é o pior sentimento do mundo. A saudade pode até ser o pior sentimento do mundo, mas ta longe de ser maior que o amor.

Ouviram, amigos? A saudade nunca pode ser maior que o amor.